Rock Street: rua inspirada em Nova Orleans anima a Cidade do Rock
Músicos, malabaristas, acrobatas, mágicos, estátuas humanas e cartomantes. Poderia ser Nova Orleans, mas trata-se da Rock Street, mais uma novidade do Rock in Rio, que traz para o festival o clima de descontração e o ritmo do quarteirão francês da cidade do jazz, com mais de 20 lojas, bares e restaurantes. O espaço, idealizado por Roberto Medina, nasceu a partir da ideia de criar um espaço lúdico, aberto a diversas manifestações artísticas, para aproveitar da melhor maneira possível um trecho estreito do terreno.
Já estão confirmadas as presenças do guitarrista e violonista Victor Biglione, que já tocou com mais de 300 nomes da MPB e da música internacional e conquistou um Grammy Latino pelo CD Crooner, gravado com Milton Nascimento; do saxofonista internacionalmente reconhecido Leo Gandelman, que se apresentará com Serginho Trombone; e Bruce Henri Quarteto, comandado pelo diretor artístico da Rock Street, Bruce Henri.
Também irão se apresentar o grupo Paraphernalia, comandado por Renato Massa, baterista do Ed Motta, que mostra novas tendências do jazz brasileiro; a cantora de jazz e blues Taryn Szpilman e de Seeley & Baldori, considerado o melhor duo de pianistas americanos da atualidade dentro do estilo boogie-woogie e que se apresenta pela primeira vez no Brasil.
A rua mais animada da Cidade do Rock terá ainda a presença de músicos consagrados que irão se apresentar com trabalhos diferenciados, ainda desconhecidos do público. É o caso do grupo Roncadores, trio de sax que reúne George Israel (do Kid Abelha), Rodrigo Sha e Laudir de Oliveira; do Fabulous Tab, do cantor Evandro Mesquita, que tocará ukelelê e harmônica na banda que formou com amigos com a mesma sintonia musical e a cumplicidade em “levar um som” por puro prazer; e também do baterista Guto Goffi, integrante do Barão Vermelho, que vai levar para a Rock Street sua banda de jazz que trabalha com sopros e percussão.
O novaiorquino de coração carioca Bruce Henri é diretor artístico do espaço. Radicado no Brasil desde os anos setenta, ele foi convidado para desenvolver o espaço por aliar uma carreira sólida de músico (tem sete álbuns e um EP autorais, já tocou com Gilberto Gil, Gal Costa, Ney Matogrosso e Jards Macalé, entre outros, além de compor trilhas sonoras para filmes e peças de teatros) com a de produtor (já trabalhou como stage manager do Palco Mundo do Rock in Rio Lisboa e Madrid, além de diversos shows no Brasil, como os Rolling Stones em Copacabana). Bruce explica o espaço:
Em um ambiente aberto, alegre e descontraído, os artistas vão esbanjar talento pelos mais de 100 metros da rua, pelas calçadas, em pequenos palanques e no palco central. Aí é só sentar em um dos bares, relaxar e curtir as jam sessions que rolam o dia inteiro. Ou até saber a sorte e aprender malabares… a Rock Street é um caldeirão de diferentes atrações e manifestações artísticas.
Achei o máximo!!! fonte: http://www.rockinrio.com.br

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